segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Porque odiar praia?

      Eu odeio praia. É sério. Primeiramente não me odeiem, já que a culpa por esse ódio é toda minha. Vou explicar pra vocês.
É o seguinte: eu sou azarado pra caramba. Na terça (17/12) eu fui pra búzios (RJ). E já cheguei reclamando no twitter sobre o fato de estar na praia, pq eu já previa q minha extrema habilidade em fazer chover toda vez que eu vou pra praia entraria em ação. E não deu outra. Eu cheguei com o clima nublado mas relativamente bem quente. E à noite fazia um calor que me fez ir pro centro da cidade de chinelo (eu não vou de chinelo nem na padaria da esquina de tão neurótico que eu sou). Então eu fui pro hotel e dormi.
      De repente eu acordo no meio da noite com um barulho de um trovão, e não era um trovão qualquer, era aquele trovão que estremece as paredes, até porque eu tenho um sono pesado como uma bigorna de chumbo, e consegui ser acordado por aquele trovão. Quando eu olhei o relógio eram umas 2 e meia da manhã. E a tempestade continuou por mais alguns instantes suficientes pra me tirar bastante sono. Na manhã seguinte, eu acordei cedo (meio-dia) tomei banho, tomei meu saudável café da manhã à base de presunto e coca-cola, e então desci as escadas do deck da praia do hotel e fui caminhar na areia da praia já que não estava chovendo embora o céu estivesse preto como a tela de um computador desligado, mas dei meia volta quando cheguei num lugar entre um pseudo-rio aberto aonde era a orla e um monte de terra aonde já foi uma encosta. Quando estava quase chegando no hotel começou a chover novamente mas eu preferi não correr porque eu sabia que do jeito que eu tenho equilíbrio motor eu iria meter a cara na areia. Aliás andar calmamente na chuva é um puta exercício de autocontrole.
      E então como é de costume de qualquer ser humano normal, resolvemos ir almoçar assim que sentimos fome. Quando fomos à recepção do hotel que na verdade era uma pousada mas chamemos de hotel, descobrimos que todas as saídas do bairro estavam obstruídas por causa de alagamento/deslizamento/avalanche/manifestação/um burro empacado no meio do caminho. Portanto fomos almoçar num restaurante em frente ao hotel que até onde eu saiba era o único restaurante acessível naquele momento. Comi uma saudável e deliciosa refeição composta principalmente por óleo de fritura velho e voltei pro quarto do hotel aonde fiquei metade do tempo jogando Angry Birds e outra metade dormindo. Foi um dos dias mais agitados que eu tive em frente a uma praia. É sério. Geralmente em caso de chuva eu durmo o tempo inteiro. Enfim, pra fechar com chave de ouro eu ainda jantei no mesmo restaurante que eu almoçei.
      No dia seguinte tivemos três horas de sol num total de 24 horas que um dia possui. Isso foi irrelevante, eu sei. Ninguém precisa saber que um dia tem 24 horas, não é mesmo? Nem que portanto naquele dia apenas um oitavo de todo o dia foi preenchido pelo sol. Foda-se. E eu já estou sem saco pra escrever mais até porque edu nem sequer lembro de nada especial aconteceu naquele dia e que eu estou com raiva de ter que escrever esse texto no Swype do celular.
      Mas enfim me deixe continuar a história.
      Mas como manda a Lei de Murphy, no dia que eu estava de partida, não choveu nem uma gota sequer e o sol preencheu completamente todo o tempo que deveria preencher (não sei ao certo quanto deveria, esse horário de verão me deixa louco). Mas como a desgraça sempre teve que ser maior, na hora de sair da cidade o trânsito parou completamente por causa de uma manifestação na ÚNICA via de acesso à cidade. E quando a manifestação acabou, ainda havia uma obra que estava fechando quase todas as faixas e deixou as duas vias em pare e siga. Nisso foram-se duas horas. Nem vou contabilizar o resto dos engarrafamentos que eu passei (ou melhor, parei) na estrada pra não encher o saco de vocês leitores.
      Então eu acho que já deu pra entender o porque eu quero passar as próximas férias em Arrozal.
     

domingo, 1 de dezembro de 2013

Sobre a preguiça de postar qualquer coisa.

Não achem que eu estou falando de mim mesmo. Tenham certeza.
Pra vocês terem uma ideia, faz 6 meses que eu não posto no WordPress nem gravo vídeo pro meu canal no YouTube.
É incrível como um cara preguiçoso combinado com um PC ruim pode fazer de você um blogueiro que não bloga.
Mas pelo ou menos eu vou sair de férias (eu espero) e provavelmente não vou ter nada pra fazer (estar na praia pra um gordo sedentário é igual a não ter nada pra fazer) então eu poderei entrar na internet enquanto o 3G estiver funcionando (aliás, eu consegui um celular que roda o APP do blogger sem travar) portanto a não ser que eu não tenha ideia nenhuma e resolva ficar janeiro inteiro dormindo (o que não é muito improvável) vocês me verão em ação.
Tá, ação e eu são termos automaticamente excludentes mutuamente. Coisa de gente preguiçosa.